Santa Cruz F.C.Recife · 1914
Terceira camisa · 2026

A Profecia de 57

Em 2016, a Copa do Nordeste cumpriu a profecia que Capiba escreveu em 1957. Dez anos depois, ela volta ao manto, em preto e dourado.

Terceira camisa 2026

És o querido do povo, O Terror do Nordeste.

Capiba · hino do clube · 1957
Capítulo I · O jejum

Nove anos sem taça

Depois do título de 1948, o Santa passou nove anos sem levantar uma taça estadual. A torcida esperou. Quando ela voltou, em 1957, veio com algo a mais: um hino.

1948O último título

O Santa é campeão pernambucano. Depois, o jejum.

7Anos sem taça

De 1949 a 1955, nenhum título estadual. A torcida espera.

1956Pernambuco-Bahia

O Santa vence o primeiro torneio, na frente de Náutico, Sport, Bahia e Vitória.

1957O canto

Supercampeão. Capiba compõe O Mais Querido para a conquista.

Capítulo II · Supercampeão
Super

1957 foi o ano do primeiro supercampeonato de Pernambuco, decidido entre três times. No último jogo, contra o Sport, na Ilha do Retiro, o Santa precisava vencer. Venceu por 3 a 2.

Uma multidão tomou as ruas do Recife, e conta-se que os bares ficaram sem cerveja. Capiba compôs O Mais Querido para aquela conquista, e num dos versos deu ao clube o nome que atravessaria gerações: o Terror do Nordeste.

Super
Capítulo III · A profecia cumprida

Décadas depois, o Nordeste foi nosso

Décadas antes da conquista histórica da Copa do Nordeste de 2016, o hino já transformava identidade em profecia.

O selo “A Profecia de 57” nasce da união entre passado e presente: o hino que escreveu a mística e a conquista que a eternizou em campo.

1957O hino

Capiba escreve: “És o querido do povo, o Terror do Nordeste”.

59Anos de profecia

O verso vira identidade: cantado na arquibancada, repetido de geração em geração.

2016Copa do Nordeste

O título que cumpriu a profecia e eternizou o nome em campo.

2026Dez anos

A terceira camisa da temporada celebra a conquista.

Capítulo IV · Por que terror

A alcunha não veio de graça

Terror não se escolhe. Conquista-se. Em 1914, os fundadores disseram que o Santa Cruz nasceu e vai viver eternamente. Depois, o clube fez a região inteira aprender a temê-lo: o primeiro do Brasil a derrubar a Seleção, em 1934. O campeão do primeiro Pernambuco-Bahia, em 1956. Quando veio o supercampeonato de 1957, o nome já estava pronto. Faltava alguém cantar.

A alcunha não veio de graça
1914

Nasce o time dos meninos

Onze adolescentes, de 14 a 16 anos, no pátio da igreja de Santa Cruz, na Boa Vista. Um deles, Alexandre de Carvalho, cravou: “O Santa Cruz nasceu e vai viver eternamente”.

1934

Derruba a Seleção

Primeiro clube do Brasil a vencer a Seleção.

1956

Conquista o Pernambuco-Bahia

Campeão do primeiro torneio, à frente de Náutico, Sport, Bahia e Vitória.

1957

Supercampeão

Primeiro supercampeonato de Pernambuco. Na decisão, 3 a 2 no Sport, na Ilha do Retiro. O Recife foi para a rua.

Capítulo V · Passado de glória

O Terror do Nordeste

Supercampeão Pernambucano1957
Pentacampeão Pernambucano1969–73
Campeão Brasileiro Série C2013
Campeão da Copa do Nordeste2016
Terceira camisa 2026
Capítulo VI · O manto

Terceira camisa 2026

A terceira camisa da temporada celebra os 10 anos do título que marcou a história do Santa Cruz e reforçou um símbolo construído pela cultura popular, pela arquibancada e pela memória coral. Mais do que revisitar um título, o uniforme homenageia uma herança que atravessa gerações e mantém viva a identidade do clube dentro e fora do Nordeste.

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Santa Cruz Futebol Clube · Recife/PEO Mais Querido · Desde 1914