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Pelo Santa, qualquer estrada é curta

Antes do jogo, ele escolhe a camisa da sorte, pede a um amigo que more perto do estádio para comprar seu ingresso e entra no carro com a família em direção ao Arruda. A rotina de Alexadre Amorim de Oliveira para assistir aos jogos do Santa Cruz seria parecida com a de qualquer torcedor coral, não fosse por um detalhe: ele vive em Vitória da Conquista, perto da divisa da Bahia com Minas Gerais, a exatos 1.198 quilômetros da avenida Beberibe.

E ele não enfrenta essa distância somente em jogos decisivos. Duas vezes por mês, pelo menos, ele faz questão de pegar a estrada para ver seu Santinha jogar. Quando o Santa pegou o Potiguar em Goianinha, na série C de 2013, ele estava lá. Distância: 1.415 quilômetros. Na tarde em que o Santa Cruz perdeu a viagem naquela partida que não houve contra o Mogi-Mirim, Alexandre estava lá. Mais 1.390 quilômetros. Passar 15 horas ao volante é normal para Alexandre, que costuma sair de Vitória da Conquista na madrugada do sábado, almoça com a irmã no domingo e só volta na segunda.